É uma ilha em forma de cão sentado com a cabeça inclinada para perscrutar o enigma da água. O cão tem as orelhas fitas porque recebe notícias de vento ao mesmo tempo que cheira e olha o mar. O cão está sentado no Atlântico. Herberto Helder, Photomaton & Vox
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
As Memórias que Nunca se Apagam
Banda sonora de um filme madeirense que vai estrear por estes dias.
As Memórias que Nunca se Apagam...
Promete
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
os livros que derrubaram o meu ser no ano que passou
A viagem do elefante - José Saramago
A peste - Camus
O estrangeiro - Camus
O meu Nome é Legião - António Lobo Antunes
Eu hei-de amar uma pedra - António Lobo Antunes
Ontem não te vi em Babilónia - António Lobo Antunes
O arquipélago da insónia - António Lobo Antunes
As benevolentes - J. Litell
A condição humana - Malraux
A Esperança - Malraux
A 25.ª Hora - V. Gheorghiu
Jerusalém - Gonçalo M. Tavares
Não me perdoo por não ter o novo do Herberto (Helder é claro!).
Iniciei no dia 31 o Rayuela. Este merece estar em toda e qualquer lista. Como se de listas o mundo se tratasse. Ou de números. Ou de quantificações. Ou de... Que merda! Apetece-me apagar este post.
A peste - Camus
O estrangeiro - Camus
O meu Nome é Legião - António Lobo Antunes
Eu hei-de amar uma pedra - António Lobo Antunes
Ontem não te vi em Babilónia - António Lobo Antunes
O arquipélago da insónia - António Lobo Antunes
As benevolentes - J. Litell
A condição humana - Malraux
A Esperança - Malraux
A 25.ª Hora - V. Gheorghiu
Jerusalém - Gonçalo M. Tavares
Não me perdoo por não ter o novo do Herberto (Helder é claro!).
Iniciei no dia 31 o Rayuela. Este merece estar em toda e qualquer lista. Como se de listas o mundo se tratasse. Ou de números. Ou de quantificações. Ou de... Que merda! Apetece-me apagar este post.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Lura numa norma afadistada ou num fado amornado
Lura, Flor di nha esperança, do filme Fados de Carlos Saura.
Um espanhol que fez o que muitos portugas não fizeram.
Fugiu a boca para a sua verdade
"Eu não acredito em reformas quando se está em democracia, quando não se está em democracia, é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se; e até não sei, se a certa altura, não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então, venha a democracia"
M.F. Leite
M.F. Leite
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Canção de roda da minha infância [2]
Baila que Baila
Vai de roda, vai de roda
De roda sempre a rodar
Quem quiser entrar na roda
Tem que cantar e bailhar
Lá na minha freguesia
Há um parzinho engraçadinho
O Manel mais a Maria
Sabem bem este bailhinho
Baila que baila
Baila a menina forasteira
E mostra como a gente bailha
Este bailinho da Madeira
Vai de roda, vai de roda
De roda sempre a rodar
Quem quiser entrar na roda
Tem que cantar e bailhar
Lá na minha freguesia
Há um parzinho engraçadinho
O Manel mais a Maria
Sabem bem este bailhinho
Baila que baila
Baila a menina forasteira
E mostra como a gente bailha
Este bailinho da Madeira
canção de roda da minha infância
Paspalhão
Lá vai o paspalhão p'ro meio
Para a roda não andar
Que anda e desanda a roda
Sem achar com quem casar
Que anda e desanda a roda
Sem achar com quem casar
Casadinhos há três dias
Olha os noivos a dançar
Quem tiver filhas no mundo
Que as trate de casar
Quem tiver filhas no mundo
Que as trate de casar
Viva o cravo, viva a rosa
Viva a flor de laranjeira
Viva o noivo deste dia
Viva a sua companheira
Viva o noivo deste dia
Viva a sua companheira
Lá no céu ia uma estrela
Atrás levava uma faixa
Que dizia viva os noivos
Que casaram na Camacha
Que dizia viva os noivos
Que casaram na Camacha
Lá vai o paspalhão p'ro meio
Para a roda não andar
Que anda e desanda a roda
Sem achar com quem casar
Que anda e desanda a roda
Sem achar com quem casar
Casadinhos há três dias
Olha os noivos a dançar
Quem tiver filhas no mundo
Que as trate de casar
Quem tiver filhas no mundo
Que as trate de casar
Viva o cravo, viva a rosa
Viva a flor de laranjeira
Viva o noivo deste dia
Viva a sua companheira
Viva o noivo deste dia
Viva a sua companheira
Lá no céu ia uma estrela
Atrás levava uma faixa
Que dizia viva os noivos
Que casaram na Camacha
Que dizia viva os noivos
Que casaram na Camacha
Strauss e as quatro últimas canções
Beim Schlafengehen, canta Elisabeth Schwarzkopf, belíssima.
Strauss (o alemão é claro!!!) sempre me fascinou. A sua Salomé libidinosa e a sua Electra mágica constam na minha discografia pessoal já há algum tempo.
As quatro últimas canções são um marco músical digno, pujante de lirismo e de transparência. Falei com um amigo melómano [tatuado com a foice e o martelo marxista-leninista (sim, esses ainda existem por aí)] que não suporta este compositor. Diz que as melodias straussianas transpiram fascismo ressabiado. Lembram velhos senhores caquéticos que queriam dominar o mundo sentados na sua cadeira, com um cobertor riscado sobre as pernas, à beira de uma varanda, apreciando o pôr-do-sol e o nascer do crepúsculo.
Há quem pense assim...
Nada disto figura no meu imaginário.
Ensaio sobre a cegueira (blindness) - O Filme
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