segunda-feira, 16 de junho de 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Eu Duarte me confesso...

Como sou arraçado, o 10 de Junho não é para mim!

Por isso como bom vira-lata rafeiro andarei de lixo em lixo a deliciar a minha fome por um canil melhor, onde possa ser mais bem tratado.

O caniche chefe é quem dita os epítetos para o nosso bando. Há dias foi o dia dele e não do pastor alemão. Também chegará esse dia...

Au Au Au!

Ups! Já tenho o SIS canino à perna...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Vamos lá ver...

Depois de uma pausa valente, resolvi mandar aqui uma posta [viscosa] de diarreia mental. Às vezes penso que a criação deste blog foi um engano. Mas não. Sei que não sou lido ou só por aqueles que ainda acreditam nas asneiras pegadas que escrevo. Após a depressão sinto-me divorciado deste local. Já pensei em apagar tudo o que escrevi, mas não tive coragem.

Por agora é tudo!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Um momento de humor [1]



Brotherhood Of Man - Save All Your Kisses

odeio esta canção...

quinta-feira, 27 de março de 2008

Trois Colours - Carta aos velhos que mudam de rumo. Os que lutaram pelas cores e agora adormecem em cima delas

Azul Branco e Vermelho. Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Lema que encontro dentro de mim e jamais abandonarei.

Não perco a esperança, serei sempre a senhora idosa que procura por a garafa dentro do vidrão. Com a idade os passos tremem... Mas a coragem ficará. Enfrentar um vidrão verde de uma não cor leva-me a concluir que o homem muda, a conjuntura transforma, os deuses praguejam o seu epíteto. Mas serei eu, numa consciencia tranquila, que sepultarei os enganos do devir.

terça-feira, 25 de março de 2008

Boa Tarde às coisas aqui em baixo...

Tou numa faculdade que não é minha (talvez nem seja de ninguem) a ressuscitar dos mortos um blog que não merece estar vivo. A vida rompeu em outra vida. Respiro. Só não consigo sair desta cidade.... A morte ficará para depois. O salto qualitativo decorrerá da libertação do jugo de um passado. Dele trago comigo uma mulher e uns quantos amigos. Salvé a todos eles. Procurarei ser sempre de vocês...


Por agora é tudo

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Reposta a um email anónimo

Caro(a) senhor(a)

Não adianta. A minha alma não é assim tão negra como descreve. Talvez, quem sabe, nos encontraremos pelos caminhos onde geralmente ando e nada acontecerá. Talvez, um dia, use para consigo a expressão "medonho" que escreveu no seu opúsculo digital. Para psicoterapeuta basta quem me atura e já tenho pena deles porque muito aturam e cuidam de mim. Acredite, eu tenho amigos! Eu sei que não sou fácil. Não, não invoque Freud e seus amestrados para concluir o meu desvio de pensamento em relação às normas sociais tão devotamente descritas por si. Quanto ao desprezo pela cidade onde estudou e estudei, só posso dizer que é uma atitude de negação para com um passado que cheira a mofo e a naftalina visualmente negra de uma capa e de tudo o que ela simboliza, nessa Meca do bem estar (só para alguns) conservador do nosso país. Sim, eu sei, tem razão, a minha ainda está no armário, não por mim mas pelo desgosto dos que de mim são próximos se, algum dia, a destruísse ou então afogasse ao rio das suas "musas mondeguinas". Para a próxima, se quizer falar comigo [vou pedir à tua mãe ou Maria Vai ou Maria vem - Max fica sempre bem com o meu sutaque tão xavelha da Coroa do Ilhéu],peço-lhe que não refira que conhece este ou aquele que me conhece ou já conheceu ou ia conhecendo de não conhecer, porque, sabe, o ser e o parecer são diferentes e eu para o que não me conhece mas conhecendo ou fingindo de vista desconhecer... não sei se fui, ou sou, ou serei... Não sei sinceramente. Escrevo-lhe com todo o gosto e com a admiração por ter sido, como eu, sobrevivente de uma determinada instituição de ensino. Espero que não tenha aprendido nada porque se assim foi não deixa de ter sido uma atitude de grande intelegência.
Mais uma vez agradeço os seus préstimos de psicanálise a la minuta mas não me interessam para nada. Espero que não fique ofendido(a). Eu sobrevivo. Olhe para este espaço, desfrute a mediocridade do que escrevo, pense que consegue fazer melhor - eu sei que consegue! - e desligue a Internet. Depois os pensamentos serão todos seus. Tudo é seu, nada meu,tinha mais do que fazer do que pensar na vida dos outros, sou muito pouco vouyer e não me interesso pelo que vem do exterior. Até na literatura e na música sou assim. Gosto mais de sentir as minhas sinopses a fermentar numa atitude quase pavloviana. Dou mais importância ao efeito interior que causa em mim do que propriamente exteriorizar em descrições estilísticas do bonito ou do feio, do cru ou do cheio, do ornamento ou do liso ou quem sabe da harmonia etc etc etc. Sou egoísta nessas coisas.

Sabe meu senhor(a), espanto-me em querer ajudar, mas recuso a sua esmolazinha cristã de maçã crivada, podre, mesmo podre. Não. Não quero atingir o Reino dos céus. Não acredito em Deus... Acredito nos homens de boa vontade que olham para o outro como se da vida e do bem se tratasse, não como a esmola envangélica do reinado que há-de vir [amen (desculpe, agora fui grosseiro)].

Sim, acertou numa coisa! Sou de História, ou melhor, fui de História, melhor ainda, fui à História... Aguardo agora o devir. Só esse interessa...

Cordialmente

Saúde e Fraternidade

D.F.