sábado, 12 de janeiro de 2008

fúria com um teclado que não me deixa falar

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

para um amigo...

(ao telefone)
- Tou?
- Sim, diz lá o que queres...
- O quê?
- Diz lá o que queres! Ultimamente sempre que telefonas é para pedir alguma coisa...

domingo, 6 de janeiro de 2008

A morte de um libertino libertário


Luís Pacheco, In memoriam


Farás falta seu traste...deixaste um dos maiores apontamentos da língua portuguesa... A Comunidade.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Recordação....

Ainda não caíste no esquecimento...

Escurinha tu tens que ser minha...



Uma versão deliciosa de um samba com a doçura da Maria João.

O mundo de Beatriz por Chico... o Buarque pois claro!

Olha
Será que ela é moça
Será que ela é triste
Será que é o contrário
Será que é pintura
O rosto da actriz

Se ela dança no sétimo céu
Se ela acredita que é outro país
E se ela só decora o seu papel
E se eu pudesse entrar na sua vida

Olha
Será que ela é de louça
Será que é de éter
Será que é loucura
Será que é cenário
A casa da actriz
Se ela mora num arranha-céu
E se as paredes são feitas de giz
E se ela chora num quarto de hotel
E se eu pudesse entrar na sua vida

Sim, me leva pra sempre, Beatriz
Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Aí, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz

Olha
Será que é uma estrela
Será que é mentira
Será que é comédia
Será que é divina
A vida da actriz
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se o arcanjo passar o chapéu
E se eu pudesse entrar na sua vida


Beatriz, Chico Buarque/Edu Lobo



Excertos de uma versão da Maria João e do Mário Laginha
A palavra sublime é manifestamente inferior...

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

O melhor livro que li em 2007



António Lobo Antunes, Fado Alexandrino

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

As pitonisas do mundo literário

Ontem à noite passou na 2 um documentário sobre Herberto Helder. O homem, como sempre, pediu para não ser feito... Está no seu direito.

Duas vampironas conhecidas do mundo literário não se calaram...

Sinceramente.

Para além de comentarem a obra (e só neste aspecto teriam todo o direito de fazer), falaram na vida pessoal do poeta.

Eles não percebem que só a obra vale... só essa! Tudo o resto, se não é permitido(incluindo a vida pessoal), é a mais abjecta invasão de privacidade...

Ai Pacheco Pacheco!!! O que vale é que eu ainda te acho alguma graça...

domingo, 23 de dezembro de 2007

Na ilha

Cá estou na omoplata de um cão...
há espera do toque das sirenes.

domingo, 16 de dezembro de 2007

escrever e ouvir Wagner ao mesmo tempo ...

Ouvir o Parsifal de Wagner (uma relação de amor/ ódio sempre saudável)e ao mesmo tempo escrever a minha tese de mestrado, dá para duas coisas: Ou sai uma autêntica merda ou então tudo corre pelo melhor...
Pois é, acho que hoje tive sorte...